-OBRIGADA AMIGO-
ajoelhei-me, abracei meus joelhos
e chorei, como nunca havia chorado antes.
nao deveria acontecer essas coisas,
ah! que saudade da minha inocente infância.
cárcere que se tornou minha vida,
presa dentro de mim, com correntes
de solidao.
decepçoes e mais decepçoes, tais que
ainda me surpreendem as vezes.
se querer fosse poder...
gostaria de soltar meus joelhos
pois estes doem.
a força que move montanhas
ainda nao me encontrou meu amigo,
hoje, tenho forças,
mas apenas para mover
um ontinho de areia,
sei que nao é o que gostaria, porém
é um consolo saber que
ainda ha esperança!
Tâmara Ohana, Arembepe, 22 de setembro de 2010
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